Tecnologia conectada à prevenção
Uma abordagem acessível, mas tecnicamente defensável, sobre como a IA pode apoiar análise, comunicação e preparação sem automatizar responsabilidade.
Eventos · SIPAT · Lideranças
Uma palestra corporativa para colocar oportunidade, risco e responsabilidade na mesma conversa. Sem futurismo vazio e sem tratar a IA como substituta do profissional.
Levar a palestra para a empresaQuando faz sentido
A palestra cria uma linguagem comum entre profissionais, lideranças e áreas de apoio antes que cada pessoa estabeleça seu próprio jeito de usar IA.
Uma abordagem acessível, mas tecnicamente defensável, sobre como a IA pode apoiar análise, comunicação e preparação sem automatizar responsabilidade.
O que precisa ser definido sobre finalidade, dados, fontes, revisão e registro antes de transformar experimentos isolados em prática corporativa.
Exemplos ligados a documentos, normas, inspeções, riscos, comunicação e rotina de SESMT, em vez de demonstrações genéricas de produtividade.
Estrutura narrativa
O roteiro é ajustado ao público e ao evento, preservando quatro blocos que sustentam a compreensão.
Onde o trabalho de SST perde tempo, contexto ou rastreabilidade.
Como a IA pode apoiar consulta, organização, análise ou comunicação.
Dados sensíveis, fontes frágeis, respostas plausíveis e falsa segurança.
O que a empresa precisa definir antes de ampliar o uso.
Saída executiva
A palestra não tenta esgotar o tema. Ela organiza a discussão para que a empresa avance com menos achismo e menos conflito entre áreas.
A audiência entende por que dado sensível, dado médico, conteúdo sigiloso ou documento sem finalidade clara não deve ser colocado na ferramenta como se toda automação fosse equivalente.
Mostramos como respostas plausíveis, mas mal fundamentadas, criam falsa segurança em relatórios, orientações internas, apresentações e decisões de rotina.
Quando a empresa precisa sair da conscientização e estruturar prática com fluxo, revisão humana e governança, o caminho natural é avançar para workshop ou treinamento técnico.
Condução técnica
O público precisa sair sabendo fazer perguntas melhores sobre o uso da IA.
Tiago Martins é engenheiro de Segurança do Trabalho, fundador da Compia.tech e aplica IA às rotinas profissionais desde 2022. A fala combina experiência de SST, demonstração prática e responsabilidade sobre o que a ferramenta não pode decidir.
Perguntas frequentes
O formato pode ser ajustado à maturidade do público, mas sempre preserva o mesmo eixo: método, limites e responsabilidade técnica.
Não. A fala pode ser montada para lideranças, SIPAT, RH, jurídico, TI e equipes técnicas, desde que o recorte da conversa e os exemplos acompanhem a maturidade do auditório.
Não. O formato pode ser mais executivo para abrir uma agenda estratégica ou mais aprofundado quando a intenção é preparar terreno para desdobramentos práticos posteriores.
Pode haver demonstração pontual, mas a lógica não é impressionar com ferramenta. A prioridade é mostrar como avaliar uso responsável no contexto real de SST.
Formatos possíveis
A duração, o nível técnico e as demonstrações são definidos conforme público, objetivo e estrutura disponível.
Para lideranças que precisam definir direção, limites e próximos passos para a organização.
Para profissionais que já reconhecem as rotinas e precisam avaliar usos concretos.
Para públicos amplos, com exemplos claros e uma mensagem de responsabilidade profissional.
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